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Capri Online nº50

06 de Maio de 2020

 

PERIGOS DENTRO DE CASA

 

As aves podem ser como crianças pequenas: elas são muito curiosas e gostam de chegar as coisas colocando-as na boca. Assim como as crianças, quando os pássaros não são supervisionados, esse hábito de provar as coisas pode causar problemas.

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É muito comum veterinários tratarem semanalmente aves com problemas de intoxicação, principalmente aves de estimação. Embora alguns alimentos e objetos sejam claramente potencialmente tóxicos para as aves (como qualquer tipo de veneno, por exemplo), há outros que podem não ser tão óbvios.  Além disso, o que pode ser tóxico para uma espécie de ave pode não ser para outra.

Apesar de alguma variabilidade das espécies a certas toxinas, bem como a falta de estudos científicos comprovando a toxicidade de certas substâncias em aves que são definitivamente tóxicas para os mamíferos, há alguns itens para os quais as aves nunca devem ter acesso. Aqui estão algumas das principais toxinas para serem evitadas.

 

TEFLON

 

A maioria dos donos de pássaros sabe, mas alguns ainda são sabem, os perigos de panelas antiaderentes ao redor das aves. Quando o Teflon e outras superfícies antiaderentes são aquecidas a temperaturas muito altas, emitem vapores microscópicos que, quando inalados pelas vias respiratórias primorosamente sensíveis das aves, podem causar morte instantânea.

 

ABACATE

 

Várias partes da planta do abacate, mas especialmente as folhas, contém um derivado de ácido graxo chamado persina, que tem sido relatado como causador de insuficiência cardíaca, desconforto respiratório e morte súbita em uma variedade de espécies de aves.

 

CHOCOLATE

 

Assim como nós, muitos pássaros adoram chocolate. Mas o chocolate pode causar vômitos e diarréia em aves. Ainda pior, o chocolate contém cafeína e teobromina, que podem aumentar a frequência cardíaca, causar hiperatividade, induzir tremores e convulsões e, potencialmente, leva à morte em aves.

 

SAL E GORDURA

 

Para uma ave pequena, alguns chips ou salgadinhos podem conter quantidades potencialmente tóxicas de sal que podem perturbar seu equilíbrio eletrolítico, levando à sede excessiva, desidratação, disfunção renal e até a morte.

 

CEBOLAS E ALHOS

 

Estas especiarias saborosas, que se acredita serem saudáveis para as pessoas, são tóxicas bem, conhecidas para cães e gatos e causaram fatalidades em aves domésticas e outras de estimação.

 

CAFEÍNA

 

A cafeína pode ser um estimulante para você, mas definitivamente um problema para o seu pássaro. Bebidas cafeinadas como café, chá e refrigerante são perigosas. Mesmo alguns goles dessas bebidas podem ser extremamente nocivas para o seu amigo emplumado.

 

CAROÇOS DE FRUTAS E SEMENTES DE MAÇÃ.

 

A maioria das aves gostam de frutas, e a maioria das frutas é segura para as aves. Mas quando oferecidas certas frutas com sementes (como maçãs e peras) e frutas, com caroços (como cerejas, damascos, pêssegos, nectarinas e ameixas), as aves nunca devem a comer as sementes e caroços, pois contêm pequenas quantidades de cianeto cardio-tóxico.

 

METAIS PESADOS, ESPECIALMENTE CHUMBO, ZINCO E COBRE.

 

Os metais estão em toda parte em nossos ambientes domésticos e são uma fonte frequentemente negligenciada de toxicidade em aves. Metais podem ser encontrados em tintas, linóleo, solda, arame, zíperes e muitos outros objetos nos quais os pássaros gostam de mastigar se tiverem a chance, principalmente pássaros domésticos. Pássaros podem morrer com o passar do tempo devido á exposição ao chumbo e outros tipos de metais que podem intoxicar a ave.

 

Fonte: Revista Passarinheiros & Cia Ed. 80

 
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A CRIAÇÃO DE PERIQUITOS E OS SEUS CUIDADOS

 

Por: Ademir Eugenio Lopes

Foto: Place Of Birds

Ao iniciar-se uma criação de periquitos é aconselhável estudar quais as condições apropriadas de habitação dos futuros moradores. Seria interessante e de bom alvitre definir antecipadamente qual sistema de criação vai ser utilizado: gaiolas ou viveiros ao ar livre. Paralelamente, dever-se-á fazer planos minuciosos visando o conforto dos pássaros.

Quem quiser ter grande número de periquitos em apenas um viveiro ou um casal em uma gaiola não precisa gastar muito dinheiro ou ter muitas preocupações. É até muito agradável planejas a construção de um viveiro, mas tudo deve ser feito tendo em mente o conforto e a convivência dos pássaros.

Existem muitos modos de se criar periquitos, porém, só falaremos de dois modos mais populares: em colônias (viveiros ao ar livre) e em gaiolas individuais para cada casal, modo empregado pelos criadores de exposição. O primeiro sistema é muito simples e economiza muito trabalho, porém os resultados em termos de periquitos para exposição não é satisfatório, pois não se consegue o controle dos acasalamentos. No entanto, se o criador deseja apenas ornamentar seu jardim, deverá usar um viveiro, cheio de machos e fêmeas coloridos que criem alguns filhotes todo o ano.

É necessário um encantador e quieto refúgio onde as fêmeas possam construir seus ninhos, botas seus ovos, choca-los e criar seus filhotes, enquanto os machos ornamentam os viveiros.

 

O segundo sistema, o de criação em gaiolas, é mais satisfatório e racional para aquele criador que desejar obter, como se disse, filhotes que sejam preparados para exposições.

Os equipamentos necessários para a criação, como ninhos, poleiros etc., devem ser bem presos. Poleiros bambos são responsáveis por muitos ovos claros e um ninho mal seguro à gaiola ou ao viveiro pode cair e ocasionar a perda de toda a ninhada. No entanto, ninhos e poleiros devem ser removíveis a fim de possibilitar a limpeza.

 

 

Fonte: Revista Pássaros 137

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